segunda-feira, 21 de julho de 2008

Apocalipto.

Reage do escuro, o impetuoso ser vizinho, há muito tempo acorrentado, ousando escapar. Quando o sol se esquiva pro bonitinho entrelaço luar, surgia um boato na terra, do abusado cantando de galo só pra vê-lo chorar, eis este ser irritante e descontrolado que é o irreal abundante da face á queimar. Veja antes de tudo o alcance do seu céu, e a altura que possas imaginar. Calcule sem ajuda a intermediária porcentagem de vitória divina, reluza seu véu, acenda sua vela, faça a sua oração, pois dizem que bem-trata o coração. Crês na vida longa e feliz, vives de um eterno diz-não-diz, e aprendes com um simples aprendiz. Nosso fim é o fim que escolhemos. Escolhemos o mundo onde pisamos, e hoje, o mundo apenas está escolhendo onde pisar. O cara lá de cima, observador das ações, quando move um dedo, muda nações, que hoje suplicam misericórdia por existirem. E agora, perdidos estamos no breu da milícia, encurralados por um pensamento, que parece insistir em nos roubar a atenção, que freia a mente sem rumo á direção, que a terra há de suportar, mais uma invasão. Terrestre, sinta medo! Nosso fim ainda pode ser cedo, ainda podemos ter alegrias, e de agora em diante só nos resta esperar o fim dos dias.

sábado, 19 de julho de 2008

Quem ser...

Aquela bela que brota do sol nascente
Do sol que nasce, nasce pra gente
Sol nascente, sempre tão quente
Tão envolvente e comovente.

A bela, aquela, esta mesma
A mesma querida e florida
Em razões e sentimentos
Numa simples folha de papel,
Indo velejar no vento
Que a leva com a magnitude
De um ser estático.

A tal, que se diz ser imortal
Que vê no mundo um jeito
De ser diferente e legal
É do direito ao maioral

Quem ser? A menina que
Imita meu sonho, e que vejo
Na hora do sol nascer...
Somos perfeitos, errados
E insensíveis também...
Mas reconheço
Que não conheço-te bem.