Aquela bela que brota do sol nascente
Do sol que nasce, nasce pra gente
Sol nascente, sempre tão quente
Tão envolvente e comovente.
A bela, aquela, esta mesma
A mesma querida e florida
Em razões e sentimentos
Numa simples folha de papel,
Indo velejar no vento
Que a leva com a magnitude
De um ser estático.
A tal, que se diz ser imortal
Que vê no mundo um jeito
De ser diferente e legal
É do direito ao maioral
Quem ser? A menina que
Imita meu sonho, e que vejo
Na hora do sol nascer...
Somos perfeitos, errados
E insensíveis também...
Mas reconheço
Que não conheço-te bem.
sábado, 19 de julho de 2008
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