segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Persistência, campeão.

Como eu preciso
De um pouco de atenção
Como ser preciso
Querer ser coração

Ó céus, como necessito
Como eu falo, digo e repito
Preciso do seu carinho
Por favor, não me deixe
Sozinho

Seja mais meu amigo
Esteja mais ao meu lado
Seja um amigo emprestado.

Por favor, me dê um abraço
Na horas importantes, é que
Cai a mascara, cai o laço
Nas horas difíceis e de honra
É que mostramos quem somos
E o que somos

Suplico-te, não me deixes não
Não me abandone, coração
Fiquei feliz ao seu ser, não
Não me deixe na mão.
Preciso de seu ato, de opinião
Preciso de você do meu lado, guardião
Quanto mais passa a hora, mais envelheço em relação
Ao experiente dom da imaginação..
Estamos longe e perto da perfeição,
Da adoração, do louvor. Suplico-te então
Não, não me deixes não.

Um comentário:

Anna Laura Nunes disse...

De um modo geral,esse poema faz vir à tona o que de mais íntimo se passa em nosso sentimento.Faz perceber que no âmago de cada palavra escrita há uma série de coisas sentidas e faladas.
A única observação que eu faço,é para que ao fazer um texto(qualquer tipo de texto),que seja feita a verificação das rimas,já que,se repetidas muitas vezes o mesmo tipo de rima(como por exemplo as rimas com ÃO),o texto se torna repetitivo e,digamos,sem imaginação.
Então,continua explorando as rimas de modo que enriqueça cada vez mais o teu texto.